Este post é completamente espontâneo. Eu estava planejando tirar pelo menos 5 dias de pausa da escrita depois do meu experimento, mas me sentei, li algumas newsletters que tenho amado ler ultimamente e senti vontade de vir aqui escrever.
Quando começo a ler essas newsletters inspiradoras, a minha cabeça narra tudo o que eu quero escrever. É como se a inspiração estivesse correndo pelos meus neurônios sem que eu precise pensar ou analisar. O problema é que, em vez de parar o que estou fazendo para colocar as palavras no papel, eu penso que vou fazer isso depois, porque naquele momento não é conveniente. Dessa vez, estou fazendo diferente… parei tudo para vir aqui compartilhar o que eu queria compartilhar com você — e é bom demais fazer isso!
Primeiro, quero dividir as minhas três newsletters favoritas do momento. Sou assinante de várias, e elas são uma fonte tão grande de inspiração e sabedoria para mim que se tornaram uma das minhas leituras preferidas do dia. Então, aqui vão:
Curiosity Chronicle, de Sahil Bloom — a minha favorita absoluta atualmente! Amo as crônicas dele; ele compartilha histórias com joias de valor inestimável. Foi ele que me inspirou a escrever agora, haha.
Your Next Breakthrough, de Mark Manson — sou fã do Mark Manson há muito tempo. Adoro o trabalho dele e a forma como ele consegue explicar ideias complexas com palavras tão simples. Um dia, quero escrever como ele.
Feed Me, de Emily Sundburg — essa newsletter quase não tem utilidade prática para mim em termos de conteúdo, já que fala basicamente sobre o que está acontecendo em Nova York. Ainda assim, eu adoro o estilo com que a Emily escreve e constrói a newsletter. Ela me inspira da forma mais inesperada!
Eu poderia listar muitas outras newsletters aqui, mas vou me limitar a essas três para que o post não fique muito longo. Se quiserem, posso escrever um post só sobre isso.
O ponto central do que eu quero dizer hoje vem de algo que li na newsletter do Sahil Bloom (eu adoro esse nome!). Ele compartilhou as intenções dele para o novo ano, que são muito parecidas com as minhas, mas teve uma em especial que — oh my goodness! — resumiu exatamente como eu me sinto em relação a resoluções de ano novo, intenções, metas… chame como quiser.
Ele diz:
“Existe um antigo ditado zen no qual penso com frequência:
‘O que você faz antes da iluminação? Corta lenha, carrega água.
O que você faz depois da iluminação? Corta lenha, carrega água.’À medida que você começa a experimentar sucesso, notoriedade e conquistas, é fácil perder de vista o trabalho que te levou até ali. É fácil se distrair com os resultados. Com o reconhecimento. Com a ilusão de que o sucesso, de alguma forma, te isenta do básico.
Não isenta.
Os resultados podem mudar. Os títulos podem mudar. A escala pode mudar. Mas o trabalho não muda.
Cortar lenha e carregar água significa aparecer mesmo quando ninguém está olhando. Fazer bem o trabalho entediante. Ser confiável. Executar com consistência. Voltar aos fundamentos mesmo quando você acha que já está acima deles. Especialmente nesses momentos.”
Durante muitos anos, todo fim de ano eu fazia uma grande lista de coisas que queria melhorar na minha vida pessoal, profissional, física e relacional — e isso nunca funcionou de verdade. Eu costumava terminar o ano um pouco frustrada com a lista que fiz no começo, porque não conseguia cumprir tudo. Bom… finalmente aprendi essa lição: listas de coisas para melhorar simplesmente não funcionam para mim.
Eu gosto de cortar lenha e carregar água. É isso que funciona para mim.
Se eu decido que preciso mudar algo na minha rotina de exercícios — pode ser numa quarta-feira, num domingo, em 19 de maio ou 7 de julho, não importa — eu começo quando decido. As resoluções de ano novo nunca fizeram muito por mim; sempre foram um protocolo que eu seguia no automático.
Em vez de metas e resoluções, hoje eu escolho alguns valores, focos ou intenções que guiam as minhas decisões ao longo do ano. Desde que comecei a fazer isso, no fim de 2023, o meu crescimento tem sido mais consistente, intencional e real do que em qualquer outro ano da minha vida.
Fazer pequenas mudanças, ajustar e testar uma nova forma de fazer algo pode ter um impacto enorme na nossa vida. Essa mudança, com certeza, foi uma grande virada para mim.
Quantas vezes fazemos as coisas só porque… é assim que as pessoas fazem? Como é libertador encontrar a nossa própria forma de fazer as coisas — aquilo que realmente funciona para nós. Mas, para isso acontecer, é preciso tentar, tentar e continuar tentando novos caminhos até chegar naquele momento de: oh my goodness! É isso.
Espero que você descubra o seu esse ano, se ainda não descobriu.
As fotos são da minha caminhada matinal de hoje, com a minha câmera, a Poppy Pixel…





















Até mais,
